Andreea R. STOIAN, Despachante de Buques, ESPAÑA: “El presente curso me ha parecido muy interesante y enriquecedor, no solo por lo que profesionalmente pueda aportarme en el desarrollo de mis funciones laborales sino también a nivel personal”

Andreea R. STOIAN, Despachante de Buques, ESPAÑA: “El presente curso me ha parecido muy interesante y enriquecedor, no solo por lo que profesionalmente pueda aportarme en el desarrollo de mis funciones laborales sino también a nivel personal”

Andreea R. STOIAN
Alumna del curso IMDG
Grado Superior “Gestió del Transport”
Despachante de Buques
PÉREZ Y CIA.
Tarragona (ESPAÑA)

El curso Transporte Marítimo de Mercancías Peligrosas (Código IMDG) ha sido muy educativo e interesante donde he podido enriquecer mis conocimientos con información que siempre he pensado que no necesitaría en mi trabajo como el descuido de los trabajadores a la hora de manipular, almacenar y cargar mercancías extremadamente peligrosas en envases e cisternas que no correspondían al producto.

Una gran parte es sobre mi trabajo, con buques que cargan o descargan productos químicos, que, aunque no los manipulamos directamente, sí debemos tramitar las correspondientes autorizaciones administrativas de entrada y salida, los manifiestos de la mercancía. Así mismo, en los buques porta contenedores es muy importante tener en cuenta el tipo de producto, su estiba correcta y la distancia que se debe respectar.

Me han despertado mucho interés los capítulos sobre las plagas y enfermedades que pueden llegar en contenedores de gráneles, mercancías radiactivas, sustancias toxicas e infecciosas, los gases tóxicos, sustancias corrosivas y el punto de ebullición de varios tipos de mercancías peligrosas.

Sobre las mercancías radioactivas desconocía la forma de almacenaje, transporte, el dominio en cual se usan y además su peligrosidad si no se incineran adecuadamente sobre la vida y la naturaleza. Mucho se ha publicado sobre algunos desastres (Chernóbil o Fukushima), aunque no toda la información parece ser muy ajustada y documentada. Lo mismo con episodios de contaminación medio-ambiental importantes ocasionados por buques o plataformas.

También me parecieron muy interesantes las debidas medidas a observar para evitar los daños de sustancias toxicas e infecciosas, que son venenos químicos o que pueden dañar el cuerpo humano, en su totalidad o en parte, minimizando el riesgo de penetración en el cuerpo, tragándolos, respirándolos o absorbiéndolos a través de la piel, que pueden llegar a matar en minutos. Es muy importante ser conscientes de estos riesgos y extremar las precauciones, bien sea cumpliéndolas o haciéndolas cumplir. Precisamente la negligencia humana, falta de información, el desinterés o el cansancio de los trabajadores o el poco interés de las empresas en mejorar la seguridad de sus instalaciones y de sus empleados ha llevado a que se produjesen muchos accidentes o desastres, por citar uno muy cercano y reciente, el de la empresa IQOXE en Tarragona.

Otra fuente de accidentes graves es la indiferencia o desconocimiento a la hora de almacenar las mercancías peligrosas, derivadas por utilización de envases incorrectos y por la falta de orden en su almacenamiento, acumulando mercancías que debieran estar debidamente separadas, produciéndose situaciones de explosiones, nubes tóxicas o derrames, con graves consecuencias para la salud de las personal y del medio ambiente.

Considero que el sistema actual de sanciones no ayuda demasiado a que las empresas refuercen la inversión en seguridad. Probablemente las Administraciones deberían aumentar la actividad inspectora sobre ellas, controlando la inversión en seguridad, los medios técnicos para la protección de instalaciones y personas, y la formación de del personal.

Muy interesante la inclusión de vídeos en cada capítulo. Resultan muy didácticos y ayudan mucho a la comprensión de cada tema. Por ejemplo, me han ayudado a entender la evolución del transporte de las mercancías peligrosas por tren, mar, camiones y vía aérea, los accidentes que se han producido durante años hasta que poco a poco se ha mejorado la seguridad en el transporte de todos los tipos de mercancías.

A pesar que en los últimos años se ha progresado mucho, sigue habiendo demasiados problemas de contaminación en el planeta. La contaminación de los mares y océanos es un problema muy grave que nos afecta a todos, por todos los residuos indeseados que llegan a ellos por múltiples vías, que afectan gravemente a la vida marina, con la desaparición de muchísimas especies y la posterior repercusión en la salud humana.

Por todo lo anterior, el presente curso me ha parecido muy interesante y enriquecedor, no solo por lo que profesionalmente pueda aportarme en el desarrollo de mis funciones laborales sino también a nivel personal.

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Miguel BRÁZIO, Mestre em Gestão das Organizações (PORTUGAL): “Considero o Curso uma ferramenta vital para o conhecimento profissional, sentindo-me satisfeitíssimo pela oportunidade de aprendizagem valiosa”

Miguel BRÁZIO, Mestre em Gestão das Organizações (PORTUGAL): “Considero o Curso uma ferramenta vital para o conhecimento profissional, sentindo-me satisfeitíssimo pela oportunidade de aprendizagem valiosa”

Miguel BRÁZIO
Alumno del Curso AETMU
Mestre em Gestão das Organizações (PORTUGAL)
ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DO DOURO, LEIXÕES E VIANA DO CASTELO, S.A. (APDL)
PORTUGAL

A estratégia global para o mar tem configurado novos modelos de desenvolvimento do oceano e das zonas costeiras que deve permitir aos países respostas aos desafios colocados para a promoção, crescimento e competitividade da economia do mar, nomeadamente as importantes alterações verificadas no âmbito político e estratégico a nível europeu e mundial.

Nesse contexto, um dos domínios de inegável valor prende-se com a atividade portuária, que relata nos últimos anos um desenvolvimento expressivo, acompanhado de uma diversificação da oferta de infraestruturas e serviços, associado a um aumento da disponibilidade de competências e capacidades para atender tráfegos com requisitos significativos, mormente o uso de transporte intermodal através das vias navegáveis ou travessias marítimas e/ou caminhos de ferro, com o mínimo de recurso possível às estradas, num transporte combinado.

As mudanças no regime de trabalho portuário, durante as últimas décadas do século XX e no princípio do século XXI, têm transformado a atividade, exigindo novas habilitações aos trabalhadores portuários, gerais ou especificas para o desempenho da sua função, juntamente com a inovação tecnológica, com um impacto significativo na organização do trabalho que nos obriga a um estado de alerta e adaptações permanentes.

Nesse âmbito, a gestão de recursos humanos transforma-se e assume-se como um novo paradigma do desenvolvimento das sociedades e das economias, onde o capital humano arroga estatuto preponderante, no crescimento desejado como um ativo empresarial que deve ser gerido por forma a otimizar o desempenho organizacional.

Por conseguinte, a motivação para a formação, nomeadamente a presente “Curso Arrumazón, estiba y trincaje de mercancías y Unidades de transporte (Códigos CSS y CTU) (AETMU)” “AETMU”, prende-se com a sua importância em contexto laboral portuário, permitindo-me perceber e ganhar competências específicas, centradas na criação de valor, principalmente para integrar em contexto de Segurança e Prevenção Laboral, subjacente à arrumação, estiva, e amarração de mercadorias e unidades de transporte.

No que toca ao interesse particular, a raiz da escolha encontra-se na relevância e pertinência da actividade, através da aplicação de conceitos teóricos eficazes a receber ao longo da formação, sustentando que as pessoas são o mais importante na gestão das empresas e a razão do seu sucesso, direcionando-se precisamente num desafio pessoal, onde a formação, premissa sine qua non da era em que vivemos, permitam um profundo desenvolvimento, alicerçado em bases teóricas e científicas, contribuindo para o fortalecimento individual de valores intelectuais e culturais eleitos pela International Maritime Business School (IMBS).

E assim, relacionando com transporte marítimo que tem por objectivo a movimentação (transporte) de grande volume de carga, sob baixo custo, agilidade e eficiência, a sua vertente logística e estratégica, obrigou ao desenvolvimento de regulamentação internacional e quadro legal como aqueles que por ora tive o privilégio de encarar: Código CSS e Código CTU, alocando a literatura resquícios e deambulações noutros como, código IMDG e mercadorias perigosas, aplicando-se a mercadorias transportadas em embalagens/ e ou em unidades de transporte de carga, sob auspício da Organização Marítimo Internacional (IMO).

Nesse sentido, no decorrer da formação em paralelo com a literatura e vídeos disponibilizados, foi crescente o conhecimento cimentando que a estiva/ desestiva e colocação/ organização adequada de cargas são fundamentais para a segurança e vida de todos quanto andam no mar. Por conseguinte, quer os grandes sinistros nos navios, quer as operações de carga descarga de mercadorias com acidentes, serão causados por má preparação e arrumação da mesma. Destas primeiras directrizes tomamos por evidente que as cargas se devem estivar e sujeitar de modo a não colocar em perigo as tripulações (com formação e experiência) e demais pessoas a bordo e que todo o processo necessita de planificação, execução e supervisão adaptada, subordinando-se igualmente a um princípio: tudo se deve basear nas piores condições meteorológicas experienciadas, salvaguardando, principalmente em caso de intempérie a disposição da carga e os meios de amarração.

Por fim, fiquei ciente, permitindo a interligação com o código CTU, que genericamente o CSS se aplica às cargas que se levam a bordo dos navios, que não sejam cargas sólidas e liquidas a granel, nem tão pouco madeira estivada na coberta, particularmente cargas de estiva difícil e complexa e suas condicionantes.

No que refere ao Código CTU, e todos os aspectos que nos devem preocupar e ser determinados à carga de mercadorias em contentores e/ ou veículos terrestres desde a panóplia de módulos existentes no mercado, subordinados a diversos critérios e características a que se destinam, bem como as responsabilidades decorrentes das operações portuárias e os incidentes que podem ocorrer e que com a assimilação de conhecimento e precauções se evitam. Em suma, o propósito deste código tem como meta assegurar uma arrumação genial das unidades de transporte de carga (UTC) contentor marítimo, vagão de comboio ou qualquer outra unidade similar usada para transportar com particular destaque no transporte intermodal, vulgarmente designado por (UTI), elemento chave, também ele assente na organização internacional de normalização (ISO) e na Europa (CEN) encarregada de elaborar normas EN para cada tipologia.

Por outro lado, fico consciente que também ele pretende sensibilizar os encarregados das operações, informando-os e recomendando-lhes de igual forma que os intervenientes da desarrumação das UTC, reforçando que a carga mal arrumada ou amarrada, o recurso a unidade de transporte inadequados e carga máxima excessiva podem colocar em perigo e risco os trabalhadores durante as operações de manipulação e transporte, com a disseminação importante da informação errónea da massa bruta da unidade poder originar perigo e colocar igualmente em risco a segurança da embarcação. Ao nível da protecção é sobremaneira fundamental a vigilância sobre as cintas de segurança, manipulação, transporte das cargas, imprimindo a aplicação dos conhecimentos práticos de forma ao incremento da protecção e cumprimento do quadro legal de cada estado e acordos internacionais.

Salientar o entendimento de que o envase e embalagem são determinantes na protecção da mercadoria ao logo da cadeia de transporte, ao passo que a estiva e amarração das mercadorias nas diversas modalidades devem ser concebidas numa embalagem adequada resistente às forças dinâmicas a que submetem. Tudo isso, concretizado e demonstrado nos capítulos constantes das definições e conceitos, funções e principais características dos materiais empregues e que configurem as mercadorias nas unidades de carga.

Complementarmente foi promovida a incursão no código de boas práticas para a estiva segura da carga no transporte por estrada, integrando-a com as operações de carga e descarga, mas também com a fixação segura nos veículos que incluem transportadores, expedidores e carregadores, ressalvando que toda ela se deve estivar evitando lesões a pessoas, instabilidade, nem se mova ou caia do veículo.

Ademais, foi dado exemplarmente o destaque à segurança e explicitações fundadas e extensas ao transporte por contentor referindo os inúmeros exemplos de directrizes sobre a temática que envolve todos aqueles que juntos, dão viço ao sector dos transportes e não só.

Sumariamente, o curso “Arrumazon, Estiva Y Trincaje de Mercancias Y Unidades de Transporte” (Códigos CSS e CTU) foi extremamente motivador, permitindo sempre que o entendemos, a interacção profícua com o tutor disponível, diferenciando-se de outras formações on-line pela positiva e sucesso. O modelo assente na disponibilização organizadíssima e estruturada da revisão de literatura, com conceitos chave e suporte a documentação diversa e vídeos clarificadores e perfeitamente explícitos da actividade portuária (pese embora o facto de ser desejável e virtuoso poder contar com um módulo presencial em contexto de trabalho e bordo de navio). Todavia, o curso atribui liberdade ao formando, coloca-o perante uma plateia e fórum internacional onde a partilha de dúvidas e actividades de discussão podem facilmente acontecer. As avaliações previamente preparadas e adicionadas para o avanço dos módulos são objectivas e fomentam a cada dia que passa ao entusiasmo e interesse suplementar.

Finalizando, acredito que a compreensão desta matéria se torne fundamental e considero o Curso uma ferramenta vital para o conhecimento profissional, sentindo-me satisfeitíssimo pela oportunidade de aprendizagem valiosa proporcionada pela IMBS, e que sempre que oportuno possa ajudar à concretização de prestações de trabalho seguras e colaborar no crescimento e sucesso da organização portuária na qual labuto diariamente.

E tal como havia referido inicialmente, correlacionar e envolver a formação no contexto da segurança e prevenção laboral, subjacente à arrumação, estiva, amarração de mercadorias e unidades de transporte, com particular incidência aos princípios básicos de estiva em contentor e fundamentalmente segurança das mercadorias, do transporte e das pessoas por via da capacitação profissional.

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Peter SCHOOTEN, Capitán de la Marina Mercante, ESPAÑA: “No hay duda de que con este curso he aprendido mucho sobre la legislación marítima española”

Peter SCHOOTEN, Capitán de la Marina Mercante, ESPAÑA: “No hay duda de que con este curso he aprendido mucho sobre la legislación marítima española”

Peter SCHOOTEN
Alumno del curso CLME
Capitán de la Marina Mercante
Especialista en trabajos de Dragado
DRAVO, S.A.
ESPAÑA

Recientemente he comenzado a trabajar en DRAVO, S.A., una empresa de dragado española. Anteriormente trabajé para una empresa holandesa durante más de veinte años, los últimos trece como capitán (Vox Amalia).

Por qué elegí el curso…

Debido a que trabajo para un armador español, mi licencia holandesa como capitán no es válida para ocupar el mismo cargo en un barco español. Por ello me he registrado en el curso de Conocimiento de la Legislación Marítima Española (CLME) para prepárame y poder presentarme al examen de la Dirección General de la Marina Mercante.

Gracias a mis estudios y mi trabajo, estoy familiarizado en gran medida con la legislación holandesa e internacional, que difiere ligeramente de la legislación española. Por ello he tenido alguna dificultad en cuanto a la comprensión de ciertos asuntos relacionados con la burocracia.

Duración del curso…

He realizado el curso sin problemas dentro del tiempo estimado para conocer toda la materia, pero al principio no me di cuenta de que tras cada introducción había aún un documento disponible para consultar el texto legal. Finalmente pude responder a todas las preguntas razonablemente bien.

Lamentablemente la conexión a internet a bordo no era muy estable, y aunque no tuve problemas con la descarga de los documentos, el envío de las respuestas me dio algunos problemas. Todo esto se resolvió en puerto con una conexión umts.

El curso me ha gustado, y los archivos y vídeos adicionales lo hacen muy ameno.

Me ha sido de gran ayuda consultar en Internet la página web del Ministerio de Fomento como apoyo extra a las lecciones, para tener más claridad sobre la estructura de los Ministerios y servicios gubernamentales involucrados.

Siendo de otro país, esta parte me ha parecido la más difícil. Además, algunas reglas no se aplican a los extranjeros que trabajan en barcos españoles, como, por ejemplo, el registro de embarque y desembarque. Esto me ha resultado extraño porque en otros países las normas para los marinos nacionales y de la UE son las mismas.

El gran reto comienza ahora que he de aprender todos los textos legales, y si a esto le añadimos que el español no es mi lengua materna, la dificultad aumenta.

Las lecciones del curso están bien organizadas, y las preguntas después de cada una de ellas son de gran ayuda porque obligan a buscar la respuesta correcta en los artículos.

No hay duda de que con este curso he aprendido mucho sobre la legislación marítima española.

Indudablemente, este curso es necesario para tener conocimientos sobre las instancias españolas y los artículos legales, y así poder realizar el examen de la DGMM.

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IMBS. International Maritime Business School ofrecerá formación bonificada

La escuela especializada en formación marítima, portuaria y logística 100% online ofrece desde hace más de diez años formación a más de 22 países.

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IMBS. International Maritime Business School continua con su proceso de expansión y mejora de atención a los alumnos y empresas. Debido a la gran demanda del sector privado empresarial y administraciones públicas, la escuela se ha dado de alta en el Registro Estatal de Entidades Formativas.

Formación bonificada con FUNDAE

A partir del pasado 1 de julio de 2021, IMBS cuenta con un departamento que explorará con cada empresa o persona interesada en bonificar su formación todas las posibilidades, adecuando la formación y trámites de manera individualizada a cada caso particular. Por ello el centro pone a disposición el correo electrónico fundae@imbs.edu.es

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Más de 40 cursos 100% online especializados que pueden bonificarse

Toda la formación online de IMBS es bonificable, sea cual sea la duración, dividida en tres bloques formativos según el nivel y duración: Cursos Técnicos, Cursos Superiores y Masters.

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Sandra BALLESTEROS ORTEGA, Ingeniera de Caminos, Canales y Puertos (ESPAÑA): “El curso … me ha servido para conocer un campo que desconocía y además, me ha permitido tener acceso a una documentación muy completa y detallada del Convenio MARPOL 73/78”

Sandra BALLESTEROS ORTEGA, Ingeniera de Caminos, Canales y Puertos (ESPAÑA): “El curso … me ha servido para conocer un campo que desconocía y además, me ha permitido tener acceso a una documentación muy completa y detallada del Convenio MARPOL 73/78”

Sandra BALLESTEROS ORTEGA
Alumna del curso MARPOL
Ingeniera de Caminos, Canales y Puertos
Técnico de Estudios y Proyectos
INNOVIA COPTALIA
ESPAÑA

En general me encuentro satisfecha ya que el curso Prevención de la contaminación por los buques (MARPOL) me ha servido para conocer un campo que desconocía y además, me ha permitido tener acceso a una documentación muy completa y detallada del Convenio MARPOL 73/78, que sin duda me servirá como guía de referencia y consulta en futuros retos que se me presenten a lo largo de mi vida laboral.

El Convenio MARPOL 73/78 es el Convenio Internacional para prevenir y reducir al mínimo la contaminación del medio marino por los buques, bien a causa de accidentes o bien procedente de las operaciones normales de funcionamiento. Está compuesto por 2 protocolos (1973 y 1978) y una enmienda al Convenio de 1973 y su modificación por el protocolo de 1978, realizada en 1977. Así mismo, dispone de dos protocolos adicionales que regulan los procedimientos para formular informes de sucesos relacionados con sustancias perjudiciales, y con el arbitraje. Por último se disponen VI Anexos Técnicos que regulan las condiciones de evacuación al medio ambiente de distintos tipos de materias contaminantes, equipos de control, etc.

Cabe destacar que toda esta documentación antes descrita, y aportada durante el curso, se ha ido complementando con diversas resoluciones que tienen por objeto establecer directrices y especificaciones relativas a los distintos temas que se tratan a lo largo del Convenio, ampliando las reglas establecidas por éste y modificándolas cuando se aprecia conveniente.

A modo de resumen, describo a continuación el contenido de los Anexos Técnicos:

Anexo I: “Reglas para prevenir la contaminación por hidrocarburos”. Establece reglas para prevenir la contaminación por hidrocarburos a consecuencia de derrames accidentales o de medidas operacionales. Se divide en 9 capítulos, con sus correspondientes reglas, y tres apéndices en los que se aporta la “Lista de Hidrocarburos”, así como modelos del IOPP y sus suplementos, así como del Libro Registro de Hidrocarburos. Establece, entre otras, prescripciones para la construcción de tanques para residuos de hidrocarburos; características y condiciones que debe cumplir el equipo filtrador de hidrocarburos; prescripciones relativas a las zonas de carga entre las que destacan las reglas sobre tanques de lastre separados, doble casco; los equipos de vigilancia y control de descargas de hidrocarburos, etc.

Anexo II: “Reglas para prevenir la contaminación por sustancias nocivas líquidas transportadas a granel”. Establece los criterios para efectuar las descargas, así como las medidas a adoptar para prevenir la contaminación por sustancias nocivas líquidas transportadas a granel. Se organiza en 8 capítulos con sus correspondientes reglas, y 7 Apéndices, entre los que a mi juicio merecen especial mención por su contenido, el Apéndice I que establece las directrices para la clasificación de las sustancias nocivas líquidas en 4 categorías (X, Y, Z y OS), así como el Apéndice VI y el VII correspondientes a los procedimientos de Pre-lavado y Ventilación. Una de las ideas principales que he extraído de este Anexo es que la descarga de residuos únicamente está permitida en instalaciones de recepción salvo que se cumplan unos requisitos de concentraciones y condiciones que varían según la categoría de las sustancias indicadas, y en cualquier caso, nunca a menos de 12 millas de la tierra más próxima. Como complemento a este Anexo II, se adjuntan dos resoluciones; la primera de ellas (A.673 (16)) relativa a las directrices para el transporte y manipulación de cantidades limitadas de estas sustancias en buques de apoyo mar adentro; y la segunda (A.1078 (28)), relativas al sistema de asignación de un número de la OMI a los buques para su identificación, explicando su utilidad, ámbito de aplicación y procedimientos para su asignación.

Anexo III: “Reglas para prevenir la contaminación por sustancias perjudiciales transportadas por mar en bultos”. Establece prescripciones generales sobre las condiciones de transporte de dichas sustancias vía marítima, es decir, normativas sobre empaquetado, marcado, etiquetado, documentación, estiba, limitaciones cuantitativas, excepciones y notificaciones. No se establecen límites sin embargo en cuanto al tamaño o tipo de buque. Se organiza en 8 reglas y 1 Apéndice que establece las directrices para determinar si las sustancias que se transportan en bultos son perjudiciales. Se entienden las “sustancias perjudiciales” como aquellas consideradas contaminantes por el Código IMDG o las que cumplen los requisitos de este Anexo. Se complementa con la resolución A.1070 (28) que establece el Código para la implantación de instrumentos de la OMI, para incrementar la seguridad marítima y la protección del medio marino en todo el mundo.

Anexo IV: “Reglas para prevenir la contaminación por las aguas sucias de los buques”. Establece las prescripciones para controlar la contaminación marítima por las aguas sucias de los buques que son aquellas procedentes de inodoros, desagües de lavabos, servicios médicos, de espacios donde se transportan animales vivos, lavaderos, urinarios, tazas de W.C., etc. Se organiza en 5 capítulos y 1 Apéndice que incluye el modelo del Certificado Internacional de Prevención de la Contaminación por Aguas Sucias. Una de las ideas principales que he extraído de este Anexo es que la descarga de aguas sucias al mar está prohibida a menos que el buque disponga y utilice una instalación de tratamiento de las mismas, o bien que descargue estas aguas previamente desmenuzadas y desinfectadas mediante un sistema aprobado, a una distancia superior a 3 millas marinas de la tierra más próxima, o a una distancia superior a 12 millas marinas de la tierra más próxima si no han sido previamente desmenuzadas ni desinfectadas. Como complemento al Anexo se disponen 3 resoluciones, dos de ellas relativas a Organizaciones reconocidas que actúen en nombre de la Administración, y una tercera que establece las Directrices para determinar y designar las Zonas Marítimas Especialmente Sensibles (ZMES), que son aquellas que deben ser objeto de una protección especial por sus características ecológicas, socioeconómicas o científicas.

Anexo V: “Reglas para prevenir la contaminación ocasionada por las basuras de los buques”. Analiza los distintos tipos de basuras, y especifica las distancias desde tierra para su evacuación, así como las directrices y el procedimiento para sus descargas. La idea principal que he extraído de este Anexo es la total prohibición del vertimiento al mar de cualquier clase de plástico. Se organiza en 9 reglas y 1 Apéndice que muestra el modelo del Libro de Registro de Basuras.

Anexo VI: “Reglas para prevenir la contaminación atmosférica ocasionada por los buques”. Introducido con el protocolo de 1997, establece los límites de las emisiones de SOx y NOx en los escapes de buques. En él se prohíben las emisiones deliberadas de sustancias que afectan gravemente a la capa de Ozono. Se organiza en 3 capítulos y 7 Apéndices.

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Emerson ROJAS CARTOLIN, Oficial de Máquinas (PERU): “Este curso me ha hecho comprender que la mar es un medio que requiere adquirir mucha experiencia y prudencia”

Emerson ROJAS CARTOLIN, Oficial de Máquinas (PERU): “Este curso me ha hecho comprender que la mar es un medio que requiere adquirir mucha experiencia y prudencia”

Emerson ROJAS CARTOLÍN
Alumno del curso CPNB
Oficial de Máquinas
SEA SHEPHERD CONSERVATION SOCIETY
PERÚ

Al ser de la especialidad de máquinas, cuando comencé con el curso Patrón para Navegación Básica (CPNB), alguna nomenclatura ya me era familiar aunque otros aspectos me resultaban novedosos.

Este curso me ha hecho comprender que la mar es un medio que requiere adquirir mucha experiencia y prudencia por ello estoy agradecido con ustedes esperando, algún día, llegar a ser un excelente capitán de yate.

Mi agradecimiento sincero.

IMBS. International Maritime Business School pone en marcha el Curso de “Auditor Interno de Instrumentos de la OMI”

IMBS. International Maritime Business School pone en marcha el Curso de “Auditor Interno de Instrumentos de la OMI”

Como importante iniciativa lanzada con motivo de su décimo aniversario, IMBS. International Maritime Business School pone en marcha un nuevo curso formativo especializado: el de Auditor Interno de Instrumentos de la OMI (Organización Marítima Internacional), basado en el denominado CÓDIGO III de la propia Organización.

El curso es de máxima actualización e importancia por el hecho de que las auditorías a los Estados miembros de la OMI han dejado de ser voluntarias pasando a ser obligatorias, de acuerdo con el proceso conducente a la institucionalización de dicho Plan de Auditorías.

Un Plan en el que se abordan cuestiones como el cumplimiento de la obligación de que los Estados Miembros adopten la legislación correspondiente a los instrumentos de la OMI en los que tales Estados sean Partes, así como sus responsabilidades como Estado de abanderamiento, de Estado Rector de Puerto y/o Estado ribereño.

Las Auditorías de las que trata el curso especializado tienen como objetivo determinar en qué grado la Administración Marítima cumple con las obligaciones que le corresponden con respecto a los instrumentos obligatorios de la OMI, así como todas las enmiendas vigentes, y de igual modo, el verificar la eficacia de la implantación de dichas obligaciones.

Con este Curso Superior de Auditor Interno de Instrumentos de la OMI (AOMI) se prepara a los participantes para realizar las necesarias auditorías internas y contribuir así al cumplimiento de las obligaciones y responsabilidades que contrae cada Estado marítimo, en virtud de los convenios de la Organización Marítima Internacional que, en su caso, haya adoptado cada Estado miembro.

El programa del Curso se desarrolla mediante modalidad “online” y bajo un ritmo de estudio que se adapta a las necesidades y disponibilidad de cada alumno, con una total flexibilidad por lo que respecta a su localización, teniendo una duración máxima de tres meses con 75 horas lectivas.

La Escuela de Negocios “online” IMBS es uno de los referentes internacionales en la oferta formativa especializada dentro del sector marítimo, portuario y logístico, consolidándose como uno de los referents de estos ámbitos formativos. Tanto en España como en Latinoamérica.

Merced a la colaboración con la Cámara de Comercio de Santa Cruz de Tenerife ofrece, entre otros, el prestigioso Máster Internacional en Administración Marítima y Portuaria (MIAMP), título propio convertido ya en referente sectorial a nivel internacional con más de una década de experiencia, o el Máster en Negocio Marítimo y Gestión Portuaria, referente también educativo que ofrece la particularidad de que cada alumno pueda orientar sus estudios hacia las materias y/o subsectores que más le interesan.

Para vehicular toda esta formación especializada, IMBS puso en marcha la primera Escuela de Negocios Marítima y Portuaria “online”, una escuela especializada en formación marítima, portuaria y logística con la finalidad de ofrecer el más amplio catálogo formativo en este ámbito de especialización profesional con una experiencia acumulada de más de 2.500 alumnos de 22 países, fundamentalmente de España y Latinoamérica, con más de 40 cursos especializados cien por cien “online”, más de cien profesionales colaboradores especializados en activo tanto nacionales como internacionales y más de treinta empresas y entidades con las que se fomentan acciones formativas específicas. Además, a raíz de la crisis sanitaria, la Escuela se ha especializado también en el desarrollo de “webinars” como formación en “streaming”, de la que participan tanto sus alumnos como el público en general.

Entre los objetivos de IMBS, se encuentran: ofrecer una formación de calidad y excelencia, desarrollar competencias y habilidades técnicas, profesionales y directivas en sus Alumnos y actuar con una clara vocación internacional e intercultural.

Betina KOCH, Controladora de Salvamento Marítimo (ESPAÑA): “I refreshed and improved my knowledge in maritime English a lot, so that the course fulfilled and exceeded my expectations. I would highly recommend it to others”

Betina KOCH, Controladora de Salvamento Marítimo (ESPAÑA): “I refreshed and improved my knowledge in maritime English a lot, so that the course fulfilled and exceeded my expectations. I would highly recommend it to others”

Betina KOCH
Alumna del curso TENG
Grado de Náutica y Transporte Marítimo
Piloto de la Marina Mercante
Controladora de Salvamento Marítimo
SOCIEDAD DE SALVAMENTO Y SEGURIDAD MARÍTIMA (SASEMAR)
España

As soon as I have received the email advertising of the course Maritime Technical English (TENG), I knew that I would be very interested in it, so I sign up without any second thoughts, it immediately caught my attention.

The list of modules, shows that the course covers very many interesting topics, deck, engine and communication related, being quite complete. It is definitely an advanced course, targeted especially for ship officers, but also for translators, shore based marine related employees or anyone interested in improving technical maritime English.

The 44 Units, grouped in 11 Modules, are well structured, clear, containing a wide range of information, and it seems that nothing is left out. Each module contains four study units, very interesting videos and an additional topic very well explained, with loads of pictures.

In this way, the course not only provides English knowledge, but also provides useful maritime knowledge, in the same time.

Personally, advancing through the course, I was mentally taken back to the time I was studying for the Navigational Officer License and, also taken back to every ship I worked on. So, it brought back so many memories.

There are very detailed explanations on types, parts, and functioning of every piece of equipment, and all the systems encountered on board.

Overall, I feel I refreshed and improved my knowledge in maritime English a lot, so that the course fulfilled and exceeded my expectations. I would highly recommend it to others.

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Giovanni S. INFANTE, Inspector Marítimo (VENEZUELA): “El curso nos permite tener conocimientos de los distintos riesgos, que pueden llegar a ocasionar las cargas a granel, y nos lleva a dar un paseo general dentro del Código IMSBC”

Giovanni S. INFANTE, Inspector Marítimo (VENEZUELA): “El curso nos permite tener conocimientos de los distintos riesgos, que pueden llegar a ocasionar las cargas a granel, y nos lleva a dar un paseo general dentro del Código IMSBC”

Giovanni S. INFANTE
Alumno del curso IMSBC
Ingeniero Naval
Inspector Marítimo
ORINOCO SURVEYING GROUP
VENEZUELA

Durante la práctica del curso Transporte Marítimo de Cargas Sólidas a Granel (Código IMSBC), a medida que avanzamos y nos familiarizamos en los capítulos (Módulos), logramos tener una visión general de la importancia del Código IMSBC en el transporte, embarque, estiba y características de las cargas a granel.

El IMSBC es el único código obligatorio en el transporte marítimo que proporciona orientaciones para realizar una estiba y embarque de forma segura, y, también proporciona información sobre sus riesgos y peligros durante su transporte.

Esta práctica es de gran importancia y de mucha utilidad en las personas que desempeñan trabajos de inspectores de carga, personal de puertos (muelles) y sobre todo a bordo de los buques. Como inspector marino, he tenido la ocasión de trabajar con embarques de distintos tipos de carga a granel, y conocer cómo usar el código es vital.

Uno de los temas importantes que se ha tratado en este curso, es donde se encuentran los procedimientos que se han de seguir en el buque y tierra antes de la llegada del buque, durante la estadía del buque en Puerto, después de la salida del buque, el embarque de la carga a granel y desembarque de la carga a granel, y la manipulación del lastre. En el código se explican de forma detallada la información y las obligaciones que deben proveer cada parte (buque, terminal, expedidor de la carga etc.), entre ellos, el plan de carga, información sobre la estiba de la carga a granel, características de las cargas a granel, etc.

Aunque pienso que el tema más relevante que tiene el Código IMSBC, es como divide las cargas a granel en distintos grupos, según sea la condición y características de las cargas a granel:

A) Cargas que pueden licuarse al embarcarse, que contengan un contenido de humedad superior, a su Límite de Humedad de Transporte (LHT).

B) Cargas que entrañen un riesgo de naturaleza química a causa del cual pueden generar una situación de peligro a bordo del buque.

C) Cargas que no son susceptible de licuarse ni entrañan riesgos de naturaleza química, es decir que no son del grupo A o B.

Cuando logramos estudiar, entender y aprender los 3 distintos grupos mencionados arriba, nos permitirá tomar las medidas necesarias para tener operaciones de carga o descarga, y, un transporte seguro tanto de la carga a granel, como de la tripulación y la embarcación.

El curso nos permite tener conocimientos de los distintos riesgos, que pueden llegar a ocasionar las cargas a granel, y nos lleva a dar un paseo general dentro del Código IMSBC, facilitándonos aprender a usar el Código, y poder comprender la necesidad de las normas que se han establecidos para las operaciones de carga, descarga y el transporte de carga a granel.

Las pruebas al final de cada módulo están diseñadas para evaluar el conocimiento del estudiante, y para aprender a buscar información de interés dentro del Código, lo cual a mi parecer es lo que hace falta en la vida real. En otras palabras, este curso nos da las herramientas para saber que buscar, donde y como.

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